Meu Projeto
Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...;
bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward

The bird of paradise lands only on the hand that does not grasp.

~ John Berry ~



Gosto muitíssimo do fato de morar no hemisfério sul
e de me encontrar tão próxima às constelações de estrelinhas tímidas
que foram observadas e nomeadas
por astrônomos e exploradores que se aventuraram
a deixarem suas terras-natais, no hemisfério norte já tão conhecido!,
e a desbravarem as terras quase desconhecidas mais ao sul
e os céus inteiramente desconhecidos que permeiam
a abóbada celeste e que nos encantam a todos!

Confesso que demorou um bom tempo 
para eu me resolver a realmente observar e estudar
os céus mais ao sul.

Vagarosamente, uma noite sim e outra noite não...,
fui tentando divisar as constelações mais próximas a aquelas mais conhecidas
- como, por exemplo, encontrar Ara, o Altar, por sua proximidade 
com a constelação Scorpius, o Escorpião!
Ou, outro exemplo, encontrar Musca, a Mosca,
logo abaixo a Crux, o Cruzeiro do Sul!

Então, entraram em cena várias constelações de estrelas tímidas
porém simpaticíssimas!

Nesta Postagem, encontre alguma informação
sobre Apus, o Pássaro-do-Paraíso....,
porque, a meu ver,
os astrônomos e exploradores das terras e dos céus estrelados
mais ao sul, no passado,
possuiam um sonho, um desejo interiorizado
de apresentar ao mundo um tantinho do Paraíso na Terra!

Confira, Caro Leitor, 
algumas constelações - e duas Galáxias! - bem ao sul 
e fazendo a côrte ao Polo Sul
e que já vêm sendo apresentadas
neste nosso Trabalho Da Terra ao Céu e ao Infinito:

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


Ascensão Reta 13h45m / 18h17m   -  Declinação - 67o 5’ a - 82o 9’

Esta  constelação foi adicionada por Bayer, em 1604, sob o nome de Apis Indica.

''Parotia lawesii'' |Source=http://www.oiseaux.net/photos/bowdler.sharpe/ |Date= |Author=Richard Bowdler Sharpe

Na Ilustração abaixo, Caro Leitor,
observe que a constelação Apus, a Ave-do-Paraíso,
alonga sua cauda e traz para si
as estrelinhas que também são consideradas como pertencentes
a Chamaleon, o Camaleão,
através sua longa e ferina língua
tentando alcançar Musca, a Mosca
(que inicialmente foi considerada como Apis, a Abelha,
mas que mais tarde, para não confundir com Apus, o pássaro,

foi nomeada como Musca, a Mosca.

The Consellations (Southern Hemisphere)
Map Maker: Elijah J. Burritt
Decorative chart of the southern skies, with a chart at the bottom left, identifying the magnitude of the various stars.

The constellations and major stars are named within the image.  From Burritt's Atlas Designed to Illustrate the Geography of the Heavens.

Star Names
Their Lore and Meaning 

Richard Hinckley Allen 

as reprinted
in the Dover edition, 1963
The text is in the public domain.

And all the stars that shine in southern skies
Had been admired by none but savage eyes.
John Dryden's Ode to Doctor Charleton.

Apus, the Bird of Paradise,

or Apous, as Caesius wrote it from the Greek, lies immediately below the Southern Triangle, about 13° from the South pole. It is the FrenchOiseau de Paradis; the German Paradies Vogel; and the Italian Uccello Paradiso.
Its avian original is found only in the Papuan Islands, and the title is from Ἄπους, Without Feet, for the ancient Greek swallow, but well applied to this bird that has been thus fabled, as witness Keats' "legless birds of paradise," in his Eve of Saint Mark.
Bayer strangely had it Apis Indica on his planisphere of the new southern figures, where the typical bird is shown, as also in the corresponding page of text; but the universal consent as to the name Apus, or Avis, and its appearance as Apus Indica and Indianischer Vogel in the abridged German edition of Bayer's work issued in 1720, with the fact that he had another, and correct, Apis, would indicate a typographical and engraver's error in the original; but I have not seen this alluded to till now. The drawing always has been of the typical bird of our title, which Caesius adopted in his Paradisaeus Ales; but it sometimes is Avis Indica, the Indian Bird.
p44The planisphere in Gore's English edition of Flammarion's Astronomie Populaire has the constellation as the House Swallow, probably taken from early ornithological lists or the lexicons; for our Andrews-Freund translates Apus as the Black Martin, the English synonym of the Hirundo apus of Linnaeus, — the Cypselus apus of William Yarrell, — not a swallow, however, but a well-known swift of the Old World, with perfectly formed, although small, legs and feet, yet appropriate enough to its mode of life; and the stellar bird appears in Willis' Scholar of Thebet Ben Khorat as
Hirundo with its little company;
And white-brow'd Vesta lamping on her path
Lonely and planet-calm;
with this explanatory note:
An Arabic constellation placed instead of the Piscis Australis, because the swallow arrives in Arabia about the time of the heliacal rising of the Fishes.
I have not met with these hirundine star-titles except in these two instances, and think them both incorrect. Mr. Willis' idea may have come from the Χελιδόνιας of the zodiacal pair, but he errs in ascribing the figure to Arabia and in considering it a substitute for the Southern Fish, as well as in confusing it with the older Pisces.
But all this poem is beautiful in stellar allusions. Here is another bit:
Where has the Pleiad gone?
Where have all missing stars found light and home?
Who bids the Stella Mira go and come?
Why sits the Pole-star lone?
And why, like banded sisters, through the air
Go in bright troops the constellations fair?
Apus similarly appears in China as E Cho, the Curious Sparrow; and as the Little Wonder Bird. Schiller included it with the Chamaeleon and theSouthern Fly in his biblical Eve. Gould details sixty-seven naked-eye stars in Apus, its lucidaγ, being 3.9. It culminates about the middle of July, but of course is invisible from northern latitudes.
This is one of the twelve new southern constellations with which Bayer's name generally is associated, although he only adopted them and, Gould says, took them from one of the globes of Jacob, or Arnold, Florent van Langren; but Bayer distinctly attributed their formation to "Americus Vesputius, Andreas Corsalius, Petrus Medinensis and Petrus Theodorus," navigators of the early part of the 16th century, giving to the last most of the credit of their publication; and Smyth ascribed their invention to "Peter Theodore," p45and their publication to another sailor, Andrea Corsali, in 1516. In Chilmead's Treatise they are indefinitely ascribed to "the Portugals, Hollanders, and English sea-faring men."a
Willem Jansson Blaeu, the celebrated globe-maker of Amsterdam, Chilmead's contemporary, credited their introduction to Friedrich Houtmann, who observed from the island of Sumatra; while the latter, Semler asserted, took his ideas from the Chinese. Although Ideler denied this, yet he acknowledged that the latter nation knew Phoenix, Indus, and Apus as the Fire Bird, the Persian and the Little Wonder Bird, almost exact translations of the Western titles; and summed up his account of them with the opinion that their origin "is involved in an obscurity that it is scarcely possible to penetrate."

Thayer's Note:

a According to Ian Ridpath, Chapter 1 of his book Star Tales the twelve new southern constellations were introduced later than that, and by different people altogether: Blaeu's Uranometria (1603) correctly credits them to Frederick de Houtman, who owed them in turn, however, to Pieter Dirkszoon Keyser, † 1596. (And thanks to Diana K. Rosenberg of Fixed Stars and Constellations for the heads-up.)


Apus constellation map.png

Apus, a ave-do-paraíso, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Apodis.
As constelações vizinhas, segundo as fronteiras modernas, são o Pavão, o Altar, o Triângulo Austral, o Compasso, a Mosca, o Camaleão e o Oitante.1

Apus foi uma das 12 constelações criadas por Petrus Plancius a partir de observações de Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman e apareceu pela primeira vez em um globo celeste de 35 cm de diâmetro publicado em 1597 (ou 1598) em Amsterdã por Plancius com Jodocus Hondius.2 3 4 Plancius chamou a constelação de "Paradysvogel Apis Indica"; a primeira palavra é "ave-do-paraíso" em holandês, e as outras são "Abelha Indiana" em latim; "apis" ("abelha" em latim) é presumivelmente um erro para "avis" ou "ave".2 4 O nome "Apus" é derivado do grego "apous", significando "sem pé", que se referia à ideia ocidental que a ave-do-paraíso não tinha pé, um equívoco gerado pelo fato de que as únicas espécimes disponíveis no ocidente tinham os pés e asas removidos.2
Após sua introdução no globo de Plancius, a primeira representação conhecida da constelação em um atlas celeste foi em Uranometria de Johann Bayer de 1603, onde ela era chamada de "Apis Indica".2 4

Objetos notáveis


  • α Apodis é uma gigante laranja a 411 anos-luz de distância, com uma magnitude aparente de 3,8.3 4
  • β Apodis é uma gigante laranja a 158 anos-luz de distância, com uma magnitude aparente de 4,2.3
  • γ Apodis é uma gigante laranja a 160 anos-luz de distância, com uma magnitude aparente de 3,9.3
  • δ Apodis é uma estrela dupla com uma sepração de 103 segundos de arco.4 δ1 é uma gigante vermelha a 765 anos-luz da Terra, com uma magnitude de 4,7. δ2 é uma gigante laranja4 a 663 anos-luz de distância, com uma magnitude aparente de 5,3. Os componentes podem ser distinguidos com telescópio ou binóculo.3
  • θ Apodis é uma gigante vermelha variável e uma distância de 328 anos-luz com um período de aproximadamente quatro meses,3 ou 109 dias.4 Tem uma magnitude aparente máxima de 4,8 e mínima de 6,1.4

Objetos de céu profundo



Alpha Apodis (α Apodis, α Aps) é a estrela mais brilhante da constelação de Apus, com uma magnitude aparente de aproximadamente 3,83.4 Com uma declinaçãode –79°, é a uma estrela circumpolar para grande parte do hemisfério sul. Pode ser identificada no céu noturno traçando uma linha imaginária de Alpha Centauri aAlpha Circini e estendendo-a em direção ao polo sul celestial.5 Com base em medições de paralaxe,1 está a aproximadamente 447 anos-luz da Terra.
Alpha Apodis é uma estrela gigante de classe K (tipo espectral K2.5III),1 indicando que essa estrela consumiu o hidrogênio de seu núcleo e saiu da sequência principal. Ela tem um raio de cerca de 48 vezes o raio do Sol3 e está emitindo 750 vezes a luminosidade solar.4 A fotosfera tem uma temperatura efetiva de 4 256 K,4dando à estrela a coloração alaranjada típica de uma estrela de classe K.6 Nenhuma estrela companheira é conhecida.7
No futuro, ao perder suas camadas exteriores, Alpha Apodis vai se tornar uma anã branca com cerca de 0,8 vezes a massa do Sol.4

Beta Apodis (β Aps, β Apodis) é a terceira estrela mais brilhante da constelação de Apus. Está localizada a aproximadamente 157 anos-luz (48 parsecs) da Terra, conforme determinado por medições de paralaxe.1 Tem uma magnitude aparente de +4,24,2 que é brilhante o bastante para poder ser vista a olho nu.
tipo espectral de Beta Apodis é K0 III,1 o que indica que é uma estrela gigante, que consumiu todo o hidrogênio de seu núcleo. O diâmetro angular dessa estrela é de 2,09 ± 0,11 milissegundo de arco,5 o que significa um raio de 11 vezes o do Sol.3 A atmosfera de Beta Apodis tem uma temperatura efetiva de cerca de 4 900 K,4 o que dá à estrela a coloração alaranjada típica de uma estrela de classe K.6

Gamma Apodis (γ Aps, γ Apodis) é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Apus, com uma magnitude aparente de 3,872. Está a aproximadamente 156anos-luz (48 parsecs) da Terra, conforme determinado por medições de paralaxe. É uma estrela gigante de classe G (tipo espectral G8III)1 com uma temperatura efetiva de 5 040 K.3
Gamma Apodis é uma fonte de raios-X ativa com uma luminosidade de 1,607 × 1030 erg/s, tornando-a uma das 100 mais fortes fontes estelares de raios-X a até 50 parsecs do Sol.5

Delta1 Apodis (δ Aps, δ Apodis) é uma estrela dupla na constelação de Apus.
A estrela mais brilhante, δ¹ Apodis, é uma gigante de classe M (gigante vermelha)1 com uma magnitude aparente de +4,68.3 É classificada como uma variável irregular4 e seu brilho varia de magnitudes +4,66 a +4,87. A outra estrela, δ² Apodis, está separada por 102,9 segundos de arco e é uma gigante de classe K2 com uma magnitude aparente de +5,27.3
Segundo medições de paralaxe pelo satélite Hipparcos, δ¹ Apodis está a 760 anos-luz da Terra, enquanto δ² Apodis está a 610 anos-luz de distância.

Epsilon Apodis (ε Aps, ε Apodis) é uma estrela na constelação de Apus. Tem uma magnitude aparente de 5,06,2 que é brilhante o bastante para ser vista a olho nu em boas condições de visualização. Com base em medições de paralaxe, está a uma distância de aproximadamente 640 anos-luz (198 parsecs) da Terra.1
tipo espectral de Epsilon Apodis é B3 V,1 o que significa que é uma estrela massiva, de classe B que está gerando energia através da fusão de hidrogênio em seu núcleo. Epsilon Apodis tem mais que seis vezes a massa do Sol4 e cerca de quatro vezes o raio.5 Está irradiando 1 614 vezes mais energia que o Sol4 a umatemperatura efetiva de 17 050 K.4 Com esse calor, ela tem o tom azul-branco típico de estrelas de classe B.9
Esta estrela está girando rapidamente, com uma velocidade de rotação projetada de 255 km/s.7 Epsilon Apodis é classificada como uma estrela variável do tipo Gamma Cassiopeiae3 e seu brilho varia entre magnitudes 4,99 e 5,04.10

Zeta Apodis (ζ Aps, ζ Apodis) é uma estrela na constelação de Apus. Tem uma magnitude aparente de +4,78,2 que é brilhante o bastante para ser vista a olho nu. Medições de paralaxe mostram que está a uma distância de aproximadamente 297 anos-luz (91 parsecs) da Terra.1
classificação espectral de Zeta Apodis é K2III,1 com a classe de luminosidade III indicando que é uma estrela gigante evoluída. O diâmetro angular dessa estrela, após correções de escurecimento de bordo, é de 2,06 ± 0,02 milissegundos de arco.5 Esse valor dá um raio cerca de 20 vezes maior que o raio do Sol.3 A atmosfera exterior tem uma temperatura efetiva de 4 388 K,4 que dá à estrela o tom alaranjado de uma estrela de classe K.6

Eta Apodis (η Aps, η Apodis) é uma estrela na constelação de Apus. Com base em medições de paralaxe, está a aproximadamente 138 anos-luz (42 parsecs) da Terra.1 Com uma magnitude aparente de +4,9,1 pode ser vista a olho nu no hemisfério sul.
Eta Apodis tem 1,77 vezes a massa do Sol e 2,13 vezes o raio solar. Está irradiando 15,5 vezes mais luminosidade que o Sol a uma temperatura efetiva de 7 860 K.5É uma estrela jovem com uma idade de cerca de 250 milhões de anos.5
classificação estelar de Eta Apodis mostra que é uma estrela Am, o que significa que o espectro mostra peculiaridades químicas. Em particular, Eta Apodis é uma estrela de classe A2 mostrando um excesso dos elementos crômio e európio. O espectro mostra atividade magnética indicando uma força estimada de campo magnético na superfície de cerca de 360 G.3 De acordo com observações pelo Telescópio Espacial Spitzer, esta estrela está emitindo um excesso de radiação infravermelha no comprimento de onda 24 μm, que pode ser causado por um disco de poeira orbitando a estrela a uma distância de mais de 31 UA.5

NGC 5967 é uma galáxia espiral barrada (SBc) localizada na direcção da constelação de Apus. Possui uma declinação de -75° 40' 23" e uma ascensão recta de 15 horas, 48 minutos e 16,0 segundos.
A galáxia NGC 5967 foi descoberta em 7 de Junho de 1836 por John Herschel.

NGC 5612 é uma galáxia espiral (Sab) localizada na direcção da constelação de Apus. Possui uma declinação de -78° 23' 16" e uma ascensão recta de 14 horas, 34minutos e 01,5 segundos.
A galáxia NGC 5612 foi descoberta em 23 de Maio de 1835 por John Herschel.

Hubble image of globular cluster NGC 6101}} |Source=http://server1.wikisky.org/imageView?image_id=60472 |Author=NASA - Hubble Space 

NGC 6101 é um aglomerado globular na direção da constelação de Apus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+9,2), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.


En astronomieIC 4499 est le nom d'un amas globulaire de notre galaxie, la Voie lactée, dans la constellation de l'Oiseau de paradis. C'est l'objet astronomique numéro 4499 dans le catalogue astronomique (Index Catalogue, IC, en anglais). Du fait de sa très bassedéclinaison, cet amas globulaire est très proche du pôle céleste sud, et n'est donc visible strictement de l'hémisphère sud. Il est situé un peu au nord de la limite avec la constellation de l'Octant et près de celle du Caméléon. Il faut un télescope de 200 mm pour bien le voir.

IC 4499
Données d'observation
Type d'objetAmas globulaire
Ascension droite (α)15h 00m 18,57s
Déclinaison (δ)-82° 12′ 49,6″
Distance50 000 al (15 300 pc)
Magnitude apparente (V)11,5
ConstellationOiseau de paradis

This photo is made by André Hartmann. The photo is taken from here, with the permission of the author.

Photo byAndré Hartmann
Date24 May 2012
Total time52.2 minutes
LocationHelmeringhausen, Namibia

Apus, Ave-do-Paraíso
Acessando o Link abaixo, o Leitor encontrará Apus, Ave-do-Paraíso,
em Página própria: http://sobreapus.blogspot.com.br/

Programa Stellarium 

Title: [Celestial Map of the Southern Hemisphere]   Map Maker: Ignace Gaston Pardies

Fine fully colored example of this rare 17th Century map of the Southern Celestial Hemisphere, originally issued in 1674 by Ignace Gastone Pardies in Paris and revised in 1690, based in part on the work of the French Jesuit mathematician and astronomer Thomas Gouye (1650-1725).

Os desenhos formados pelas estrelas – As Constelações - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...; bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Janine Milward

Da Terra  ao Céu
 e ao Infinito

Constelações, Estrelas e Objetos Celestes
(sob o ponto de vista do Mundo Ocidental)
Suas histórias, seus mitos, seus significados e suas sintetizadas descrições

Reunião das Informações e Compilação,
Tradução para a língua portuguesa (em alguns momentos)
bem como Comentários Pessoais:
Janine Milward

Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...;  bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado. 

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Alguns dados
(tais como Ascensão Reta e Declinação, em muitos dos casos)
são época/equinócio 1980
e devem requerer do Caminhante do Céu
alguma pequena retificação.
Obrigada por sua compreensão.

Visitando os Sites abaixo,
 você conseguirá informações atualizadas e preciosas
sobre os Objetos Celestiais de seu interesse:

NASA/IPAC Extragalactic Database (NED) -  operated by the Jet Propulsion Laboratory, California Institute of Technology, under contract with the National Aeronautics and Space Administration.

The night sky atlas creates images of any part of the night sky, allowing easy location of any object. Detailed chart images show all stars visible to the naked eye, the constellations, Messier objects, and names of the brightest stars.

- stars within 75 light-years.  (Plus some of the more well-known "name brand" stars farther away.)